sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O CLUBE SECRETO DOS ESTRAGADOS



Amigo leitor!
    Com chegada do carnaval, começa o grande aparato dos “zafimeiros musicais” que insistem em querer empurrar goela a baixo seu conceito de trabalho temporário. Ao longo de todo o ano se esticando aqui e ali em bares e festas particulares em garagens, pequenos clubes e nos terraços da vida.
    Com todo o respeito que tenho quando se diz trabalho, esses “baluartes” (e aqui não estou para criticar o som de pessoa nenhuma), deveria se arriscar vez em quando em dividir com aquele que o admira, um evento ou outro, pra não chegar a esse oportunismo de tirar o sustento daqueles que ao longo do ano procura concretizar seu trabalho de forma difícil e exaustivo, mas com a força e destreza de saber que ao final se tem a sensação do dever cumprido, com dificuldades de manter seus “CNPJ’s” e manutenção de equipamentos tão difíceis de adquirir.
    Sabendo que todos merecem um lugar ao sol, estou na mais pura consciência de que é chegada a hora de nos mobilizarmos e tentarmos uma nova era na criação, formação e qualificação de bandas, duplas, grupos, trios e etc... Criticar a voz, a técnica, o acorde, o desempenho e/ou outros é muito fácil, focar no trabalho, com atenção, carinho, responsabilidade e na ação reflexiva. Com isso termino um trecho de uma musica do Gonzaguinha (ou seria um poema?) “Sementes do Amanhã”
Fé na vida fé no homem, fé no que virá!
Nós podemos tudo, nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será... 

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A BALBURDIA MUSICAL E SEUS INTERESSES!!!



Voltei caro amigo eleitor!
      Contei meu ano musical e descobrir que terei menos tempo para viver daqui pra frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Inquieto-me com esses "músicos" tentando destruir quem eles admiram ou fingem a admirar, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
      Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis (hoje corriqueiros em tempos de "arrocha")... Já não tenho tempo para administrar melindres de músicos, que apesar da idade cronológica, são imaturas. Detesto fazer acareação de desafeto, esses "músicos" não debatem conteúdo, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulo, quero essência, minha alma tem pressa...
      Quero viver ao lado de gente humana, musico humano; que sabe rir de seus tropeços, não se encantar com esse ilusório triunfo de acha que é bom, ou muito bom, não se considerar o melhor antes da hora, pois ele é destaque e nascido como um líder se mostra aos olhos de quem os endereça, não foge de sua musicalidade responsável para a sua mortalidade, pois, " se sou músico logo existo".
Caminhar perto de músicos e pessoas de verdade, o essencial faz a vida valer a parceria, não essa que você se dedica para todos os momentos e quando é chegada a hora da recompensa te acusa de destabilizar o ambiente porque você cobra o que é de direito e eles pensam que isso não é o essencial e para mim, basta o essencial.


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

MUSICAL "TEATRO DE DEDOCHE"

Amigo leitor! Nas festividades de fim de ano nosso mundo se enche de pessoas que acham que podendo destruir certos sonhos que Deus nos presenteou, possam passar em branco sem punição. Certos canalhas que comandam e dirigem bandas, duplas e musicais, formam praticamente um cartel manipulando nossos colegas a cometer e/ou infringir e até atrapalhar nosso suado e (quase sempre difícil) cachê nosso de cada dia. Esse pilantra acha que atrapalhando um único final de semana irá acabar com uma carreira toda programada e planejada que nos faz seguir levando musica e entretenimento a nosso povo tão sofrido.
Embora sejamos desajuizados na relação musico/dono de banda, o ser humano que merece respeito ao longo de toda uma vida, não pode mais se calar diante de tamanha falta de caráter e profissionalismo, seguiremos rumo ao inesperado encorajamento das atitudes implantadas de forma irresponsável e sofrida contra esses canalhas que acham que tem entre os dedos, bonecos moldados para tocar um instrumento e seguir as orientações banais do dia a dia como fantoches de meia categoria.
Portanto, sejamos práticos, o novo mundo chegou e nós devemos deixar de acha que ainda estamos no século passado, nossas negociatas para um fim de semana deve acabar rápido e com ela o fim da hegemonia do incansável colosso das ruínas artísticas, que nada mais é um “Nero” em seu minuto de consciência...  
Bom natal a todos!

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Comentário a Comissão de Enfrentamento ao Crack do Sr. Vanderlei Almeida

Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda. A Comissão de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, nada mais é que um confronto a ética e bons costumes ao povo mineiro e a qualquer cidadão no território nacional, me sinto extremamente ferido e lamentado pelo que se tornou essa que é um difame, perante a capacidade intelectual a qualquer pessoa de bom senso, embora, bom senso se extraviou quando os seus iguais determinaram que uma pessoa de cabelos claro e olhos azuis se auto determinado negro, para ter direito a uma vaga em uma instituição de ensino público, tirando daquele que por esforço incansável e de intelectualidade perfeita, a única riqueza que determinado pela constituição brasileira, através de muita luta, dor, e perdas que nosso antepassados conseguiram.
Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda, embora acredite na recuperação de alguns e assim como tal consentimento, essa discussão deveria nos dar a certeza de que devemos viver em um estado de moral, aprendizado e segurança, sem nos dar essa indefesa que o serviço público que já desmoralizado pelo mito da preguiça e incompetência, seja motivo de chacota e acima de tudo ter o convívio de um ser humano amparado e motivado pelo estado para o doce deleite de seu vicio e nos tornando iguais, com o aval daqueles que deveriam lutar para salvar nossas crianças e alimentar aqueles que mal tiveram a oportunidade para viver de maneira honesta e honrada, para buscar um desvio de atenção e a prova de sua falta comprovada de sensibilidade humana.
Contudo, embora ciente da necessidade de amparar de forma clínica aqueles que realmente desejam se livrar desse câncer e os verdadeiros hospedeiros dessa terrível doença vivem em total desamparo do poder público, pois esses estão mais preocupados em adquirir um novo lote de eleitores, pois é provado que aqueles que viviam no coronelismo, já é hoje uma porcentagem significativa do regionalismo presunçoso e derivado da ignorância e da incapacidade de reação.

Termino minha indignação com algumas palavras de uma poetiza nos meus tempos de adolescência que diz: (Um dia um homem veio e disse: pronto, perdi a esperança e Deus veio e disse: pronto, perdi o homem). 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

DESCONSTRUINDO A NAVALHA DE OCCAM




Amigos e leitores! Mais um ano se foi, e com ele a alegação de que nada mudou em nosso meio às vezes tão ignorado e massacrado pela inércia de alguns, intolerância de outros e falta de credibilidade de muitos, embora sejamos ambientados por uma avalanche de reivindicações e promessas e mais certo, falsas promessas de uma utopia que possamos mudar o procedimento e inversão de valores com uma falta de sensibilidade particular para a grande maioria e de poucas responsabilidades de exercer essa benção que é a música de maneira que fica claro que o pior está por vir.
Quando cheguei a esta terra, havia uma leitura rudimentar de alguns músicos com relação a o trabalho do outro, mas isso era como uma competição de potenciais e valores de uma musica pouco aproveitada para a época, embora ficamos a mercê de membros de uma “quase” seita de um povo de coração amargurado e sangrado por uns míseros centavos de reais, (uma pena).
O fato é que chegamos a um trampolim histórico de aceitação e revolta, revolta para poucos, pois, ao contrário o que pensam alguns, música também é trabalho e como tal, devemos tratá-lo com o devido respeito, embora alguns insistem em se prostituir de maneira miserável e desleal para quem trabalha com honestidade e honradez. Para você, “projeto de Naná” com todo respeito ao romancista francês Émile Zola, fica a dica: continue se vendendo por valores de dá inveja a um catador de lixo, que vive dessa maneira por falta de opção social, desperdice o grande dom que nosso “Pai todo poderoso” te presenteou e jogue fora sua honra através de notas musicais por bares e botequins da sua miserável carreira.
E pra você que luta, trabalha, honra sua família e nos presenteia com sua musica sincera, falo-lhes: "Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenômeno, a mais simples é a melhor" e tenho dito!!!

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

AS LIBÉLULAS DE MARTE!


   Meus amigos! Venho através deste, pedir-lhes desculpas pela ausência em minhas postagens e compartilhar-lhes a minha decepção com a grande falta de cultura que insiste em permanecer nas mentes de alguns músicos e seus iguais.
     Há pouco mais de um mês, venho tentando organizar e/ou conscientizar algumas pessoas, da importância da classe musical em entender e no mínimo se informar da força que os executores de musica podem e deve ter,  no sentido de fazer valer os direitos de cada cidadão como está escrito e sancionado a “Lei nº 3306” de “Couvert Artístico”. Mas a realidade é outra e decepcionante, pois alguns músicos não tem poder de negociação, onde o que vale é simplesmente tocar e deixar que os proprietários de casa noturnas pague com o couvert, garçons, seguranças e funcionários do estabelecimento.
    Como se não bastasse, em recente reunião com alguns candidatos a prefeito em minha cidade, a espera e ansiedade em saber o que tais aspirantes ao cargo tinham em saber da nossa classe o que mais nos afligiam e preocupávamos, foi interrompida pelo comentário de um ex-musico em atividade que dizia assim: “Jabu, vc vai perder tempo com essa reunião que não vai dar em nada?”, bem, como diz o meu “Psiquiatra”, se ao contar até 10 não surtir nenhum efeito, tente o até 25, feito isso, para esses analfabetos politico-sócio-cultural, vos digo, que mais uma vez tenho tentado impor a minha mente em me calar, mas esses, falam de mais por não ter nada a dizer, como diria Renato Russo. Para esses tipos de pessoas, é melhor fazer parte de um mercado de “Prostituição musical absoluta” como declarou a dupla Victor & Leo em 26 de julho ao portal IG, do que simplesmente se pronunciar ao mundo que nossa classe tem força e só com organização e associação, podemos mudar no mínimo, o tratamento que nos é dado para a conivência de todos.


Para mais informações: (33) 8831-1556


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

COLUNDRIA MUSICAL 2012...


Caro leitor! O carnaval se aproxima e com ela a farra do dinheiro público trará tranqüilidade aos que gerencia a verba que no primeiro momento seria para aliviar e/ou enganar o povo de maneira divertida, mas muito rentável para, empresários, políticos, agentes culturais, músicos, “carnavalescos” de profissão e seus blocos nascidos entre janeiro e fevereiro de todo santo ano. Este ano, um fato me chamou a atenção de forma preocupante, já não bastasse às bandas que nascem no período pré-carnaval, tirando a renda extra dos músicos que para nós, substitui o 13° salário, haja visto que nós não temos esse privilégio pelo simples fato dos mais ignorantes acharem que musica não é trabalho, o carnaval 2012 será invadido pelas bandas que em uma situação anormal, estão migrando de uma região à outra por conta do desastre natural que afetou mais de 2,8 milhões de pessoas e cerca de 182 cidades mineiras em decorrência das fortes chuvas que deixou mais de 28 mil pessoas desabrigadas em todo o estado segundo site R7 de 11 de janeiro de 2012.
As bandas que certamente tocariam nessas cidades, estão mudando para regiões que não sofreram, ou não tiveram riscos à população com preços quase que 30% menor que de costume, tirando o pão de cada dia de grupos musicais sérios e que ao longo de todo o ano trabalham ininterruptamente e vem esperando esta data para poder dar um conforto a mais as suas famílias, e fazendo com que empresários e outros acima citados, tenham ganhos maiores, sem escrúpulos, e gozando de tal situação como forma de deixar-nos sem amparo financeiro, psicológico e/ou emocional. Esses energúmenos protegidos pelo poder político e até mesmo judiciários que querem, e estão conseguindo, mobilizar toda uma cultura em nome do “jeitinho brasileiro”, para poder desqualificar a classe musical de maneira covarde, desvalorizando financeiramente o nosso trabalho. 
Portanto, deixo para que os senhores que fazem tudo isso acontecer ou deixar de acontecer, pois essas coisas só acontecem porque vocês, operários do “Lar sagrado dos músicos”, permitem que isso aconteça, saibam que esses aproveitadores só agem por falta da nossa união e da conformidade em que é nos colocado ao longo desses anos todos, tirando o que é nosso de direito, para beneficiar essa colundria que a cada dia vem desvalorizando nosso tão ardiloso trabalho, mas que nos mantém vivos, honrados e gratificados a pesar de tão humilhante situação que nos colocam anos a pós ano...

Para mais informações: (33) 8831-1556