quarta-feira, 16 de setembro de 2020

O CEMITÉRIO SEM CORPOS


 

Caro amigo leitor!

Depois de meses afastados em razão da proliferação dos anais mentecaptos figurantes musicais, eis minha luta para xerocar a vaidade insana e irresponsável, que ronda todos os quadriláteros harmônicos musicais.

            Embora estejamos passando em um dos piores momentos da história da humanidade, assim como “A Grande Depressão de 29”, que teve início em outubro de 1929, que assolou o mundo e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a segunda guerra mundial, obrigando o Brasil a acelerar o processo de industrialização, pois não conseguimos mais vender o café paras outros países, estamos em uma nova chantagem vinda dos tiranos capitalistas imbecis lavrados, assinados e registrados em cartórios, paramentado  no nome de “dono de banda”, que nem sequer sabe trilhar caminhos que a ele aqui chegou, saem agora em defesa do novo mercado surgido e sugerido em prol da pandemia, as chamadas “lives solidárias”, embora o nome seja de cunho quase que uma ajuda humanitária, não existe prestação de contas, e quando isso acontece, não se prova com documentos, feito com equipamentos de alta qualidade, resoluções cada vez mais nítidas, profissionais mais e mais capacitados, o “musico”, sim, esse mesmo, o único profissional com também equipamentos caros, cintilantes e de igual valor para o resto do mundo. Esse que também durante todo o isolamento bobavam em redes sociais, fotos e vídeos das mais variadas bebidas, comidas e localidades que o simples mortal faria em decorrência de férias para confraternizar com o ano /ou um ano de trabalho duro para o enfim descanso merecido, hoje alvo do pedido desse energúmeno réptil traiçoeiro, que usa nome de entidades muitas das vezes esquecidas pelo poder público, para reduzir em até 50% do valor já desatualizado do cachê que seria para muitos, sua única fonte de renda.

            Esse novo mercado agora é uma nota desafinada e sem contextualização rítmica devidamente ajeitada, está sendo ridicularizada com a vaidade desses parasitas que tendem a transformar nosso corpo em vermes degradantes para o bel prazer em simplesmente participar com a promessa de ajudar os menos favorecidos, assim como o título dessa minha opinião que aqui escrevo e como o anjo caído de suas crenças vaidosas e alucinadas opiniões musicais, nessa cidade bucólica, campesina e rural, impera esse ser aspirante a inútil e de capacidade intelectual degradante.

            Sendo assim, reforço a necessidade de fazermos esse novo movimento de trabalho no chamado “novo normal”, salientar que, se todos abrir mão dos recursos, seja financeiro; técnico; ideológico; religioso; sagaz e vaidoso, possamos enfim ajudar sim, mas com respeito a esses profissionais que em nenhuma outra época da história musical passou por prejuízos como 2020, pois só o musico tem o pedido de baixar e/ou faze-lo de graça em prol de um cantor, banda ou quem quer que seja, possa assim ser gravado nas plataformas digitais como um prêmio a ser conquistado para enfim dizer:

“Eu fiz, eu tenho”...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O MENTECAPTO IDEOLÓGICO MUSICAL!

         Caro leitor! Depois de uma pausa intencional ao longo desse ano, venho por meio deste, deseja-lhes um ano melhor do que tem sido esse para todos os Srs. “Músicos” que pensam em música e o que fazer com ela, embora, nossa realidade tem sido completamente diferente, principalmente depois da descentralização do comando para os seus comandados.
No final da década de 1980 e início dos anos de 1990, a respeitabilidade em seguir a hierarquia, era de comum acordo com o mercado cada vez mais voltado para o talento, compromisso e comprometimento, alguns de seus melhores intermediadores, dividia seus deveres e interesses de acordo com as vontades de comando e comandados, embora, ficamos a mercês de tal ditadura, tudo se saia conforme o planeja e o mercado pagava por isso.
Com a marginalização “cachê”, cada vez mais vemos essas “prostitutas musicais” (com todo o devido respeito à essa profissão milenar), usar o seu caráter profissional disfarçado de arte para benefício próprio com a simples ideia de colocar essa respectiva agenda em redes sociais, fazendo uma alusão de boa remuneração ao final da turnê semanal.
Mas porem, contudo, no entanto, é dever da parte seria desses artistas que provem de luta, trabalho e seriedade com a música, que devemos brigar com esses energúmenos irracionais para a grande conquista da nossa classe que é a valorização dos nossos honorários fadados em um estandarte do dever cumprido!!!


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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O CLUBE SECRETO DOS ESTRAGADOS



Amigo leitor!
    Com chegada do carnaval, começa o grande aparato dos “zafimeiros musicais” que insistem em querer empurrar goela a baixo seu conceito de trabalho temporário. Ao longo de todo o ano se esticando aqui e ali em bares e festas particulares em garagens, pequenos clubes e nos terraços da vida.
    Com todo o respeito que tenho quando se diz trabalho, esses “baluartes” (e aqui não estou para criticar o som de pessoa nenhuma), deveria se arriscar vez em quando em dividir com aquele que o admira, um evento ou outro, pra não chegar a esse oportunismo de tirar o sustento daqueles que ao longo do ano procura concretizar seu trabalho de forma difícil e exaustivo, mas com a força e destreza de saber que ao final se tem a sensação do dever cumprido, com dificuldades de manter seus “CNPJ’s” e manutenção de equipamentos tão difíceis de adquirir.
    Sabendo que todos merecem um lugar ao sol, estou na mais pura consciência de que é chegada a hora de nos mobilizarmos e tentarmos uma nova era na criação, formação e qualificação de bandas, duplas, grupos, trios e etc... Criticar a voz, a técnica, o acorde, o desempenho e/ou outros é muito fácil, focar no trabalho, com atenção, carinho, responsabilidade e na ação reflexiva. Com isso termino um trecho de uma musica do Gonzaguinha (ou seria um poema?) “Sementes do Amanhã”
Fé na vida fé no homem, fé no que virá!
Nós podemos tudo, nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será... 

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A BALBURDIA MUSICAL E SEUS INTERESSES!!!



Voltei caro amigo eleitor!
      Contei meu ano musical e descobrir que terei menos tempo para viver daqui pra frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Inquieto-me com esses "músicos" tentando destruir quem eles admiram ou fingem a admirar, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
      Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis (hoje corriqueiros em tempos de "arrocha")... Já não tenho tempo para administrar melindres de músicos, que apesar da idade cronológica, são imaturas. Detesto fazer acareação de desafeto, esses "músicos" não debatem conteúdo, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulo, quero essência, minha alma tem pressa...
      Quero viver ao lado de gente humana, musico humano; que sabe rir de seus tropeços, não se encantar com esse ilusório triunfo de acha que é bom, ou muito bom, não se considerar o melhor antes da hora, pois ele é destaque e nascido como um líder se mostra aos olhos de quem os endereça, não foge de sua musicalidade responsável para a sua mortalidade, pois, " se sou músico logo existo".
Caminhar perto de músicos e pessoas de verdade, o essencial faz a vida valer a parceria, não essa que você se dedica para todos os momentos e quando é chegada a hora da recompensa te acusa de destabilizar o ambiente porque você cobra o que é de direito e eles pensam que isso não é o essencial e para mim, basta o essencial.


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

MUSICAL "TEATRO DE DEDOCHE"

Amigo leitor! Nas festividades de fim de ano nosso mundo se enche de pessoas que acham que podendo destruir certos sonhos que Deus nos presenteou, possam passar em branco sem punição. Certos canalhas que comandam e dirigem bandas, duplas e musicais, formam praticamente um cartel manipulando nossos colegas a cometer e/ou infringir e até atrapalhar nosso suado e (quase sempre difícil) cachê nosso de cada dia. Esse pilantra acha que atrapalhando um único final de semana irá acabar com uma carreira toda programada e planejada que nos faz seguir levando musica e entretenimento a nosso povo tão sofrido.
Embora sejamos desajuizados na relação musico/dono de banda, o ser humano que merece respeito ao longo de toda uma vida, não pode mais se calar diante de tamanha falta de caráter e profissionalismo, seguiremos rumo ao inesperado encorajamento das atitudes implantadas de forma irresponsável e sofrida contra esses canalhas que acham que tem entre os dedos, bonecos moldados para tocar um instrumento e seguir as orientações banais do dia a dia como fantoches de meia categoria.
Portanto, sejamos práticos, o novo mundo chegou e nós devemos deixar de acha que ainda estamos no século passado, nossas negociatas para um fim de semana deve acabar rápido e com ela o fim da hegemonia do incansável colosso das ruínas artísticas, que nada mais é um “Nero” em seu minuto de consciência...  
Bom natal a todos!

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Comentário a Comissão de Enfrentamento ao Crack do Sr. Vanderlei Almeida

Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda. A Comissão de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, nada mais é que um confronto a ética e bons costumes ao povo mineiro e a qualquer cidadão no território nacional, me sinto extremamente ferido e lamentado pelo que se tornou essa que é um difame, perante a capacidade intelectual a qualquer pessoa de bom senso, embora, bom senso se extraviou quando os seus iguais determinaram que uma pessoa de cabelos claro e olhos azuis se auto determinado negro, para ter direito a uma vaga em uma instituição de ensino público, tirando daquele que por esforço incansável e de intelectualidade perfeita, a única riqueza que determinado pela constituição brasileira, através de muita luta, dor, e perdas que nosso antepassados conseguiram.
Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda, embora acredite na recuperação de alguns e assim como tal consentimento, essa discussão deveria nos dar a certeza de que devemos viver em um estado de moral, aprendizado e segurança, sem nos dar essa indefesa que o serviço público que já desmoralizado pelo mito da preguiça e incompetência, seja motivo de chacota e acima de tudo ter o convívio de um ser humano amparado e motivado pelo estado para o doce deleite de seu vicio e nos tornando iguais, com o aval daqueles que deveriam lutar para salvar nossas crianças e alimentar aqueles que mal tiveram a oportunidade para viver de maneira honesta e honrada, para buscar um desvio de atenção e a prova de sua falta comprovada de sensibilidade humana.
Contudo, embora ciente da necessidade de amparar de forma clínica aqueles que realmente desejam se livrar desse câncer e os verdadeiros hospedeiros dessa terrível doença vivem em total desamparo do poder público, pois esses estão mais preocupados em adquirir um novo lote de eleitores, pois é provado que aqueles que viviam no coronelismo, já é hoje uma porcentagem significativa do regionalismo presunçoso e derivado da ignorância e da incapacidade de reação.

Termino minha indignação com algumas palavras de uma poetiza nos meus tempos de adolescência que diz: (Um dia um homem veio e disse: pronto, perdi a esperança e Deus veio e disse: pronto, perdi o homem). 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

DESCONSTRUINDO A NAVALHA DE OCCAM




Amigos e leitores! Mais um ano se foi, e com ele a alegação de que nada mudou em nosso meio às vezes tão ignorado e massacrado pela inércia de alguns, intolerância de outros e falta de credibilidade de muitos, embora sejamos ambientados por uma avalanche de reivindicações e promessas e mais certo, falsas promessas de uma utopia que possamos mudar o procedimento e inversão de valores com uma falta de sensibilidade particular para a grande maioria e de poucas responsabilidades de exercer essa benção que é a música de maneira que fica claro que o pior está por vir.
Quando cheguei a esta terra, havia uma leitura rudimentar de alguns músicos com relação a o trabalho do outro, mas isso era como uma competição de potenciais e valores de uma musica pouco aproveitada para a época, embora ficamos a mercê de membros de uma “quase” seita de um povo de coração amargurado e sangrado por uns míseros centavos de reais, (uma pena).
O fato é que chegamos a um trampolim histórico de aceitação e revolta, revolta para poucos, pois, ao contrário o que pensam alguns, música também é trabalho e como tal, devemos tratá-lo com o devido respeito, embora alguns insistem em se prostituir de maneira miserável e desleal para quem trabalha com honestidade e honradez. Para você, “projeto de Naná” com todo respeito ao romancista francês Émile Zola, fica a dica: continue se vendendo por valores de dá inveja a um catador de lixo, que vive dessa maneira por falta de opção social, desperdice o grande dom que nosso “Pai todo poderoso” te presenteou e jogue fora sua honra através de notas musicais por bares e botequins da sua miserável carreira.
E pra você que luta, trabalha, honra sua família e nos presenteia com sua musica sincera, falo-lhes: "Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenômeno, a mais simples é a melhor" e tenho dito!!!

Mais informações: (33) 8831-1556

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

AS LIBÉLULAS DE MARTE!


   Meus amigos! Venho através deste, pedir-lhes desculpas pela ausência em minhas postagens e compartilhar-lhes a minha decepção com a grande falta de cultura que insiste em permanecer nas mentes de alguns músicos e seus iguais.
     Há pouco mais de um mês, venho tentando organizar e/ou conscientizar algumas pessoas, da importância da classe musical em entender e no mínimo se informar da força que os executores de musica podem e deve ter,  no sentido de fazer valer os direitos de cada cidadão como está escrito e sancionado a “Lei nº 3306” de “Couvert Artístico”. Mas a realidade é outra e decepcionante, pois alguns músicos não tem poder de negociação, onde o que vale é simplesmente tocar e deixar que os proprietários de casa noturnas pague com o couvert, garçons, seguranças e funcionários do estabelecimento.
    Como se não bastasse, em recente reunião com alguns candidatos a prefeito em minha cidade, a espera e ansiedade em saber o que tais aspirantes ao cargo tinham em saber da nossa classe o que mais nos afligiam e preocupávamos, foi interrompida pelo comentário de um ex-musico em atividade que dizia assim: “Jabu, vc vai perder tempo com essa reunião que não vai dar em nada?”, bem, como diz o meu “Psiquiatra”, se ao contar até 10 não surtir nenhum efeito, tente o até 25, feito isso, para esses analfabetos politico-sócio-cultural, vos digo, que mais uma vez tenho tentado impor a minha mente em me calar, mas esses, falam de mais por não ter nada a dizer, como diria Renato Russo. Para esses tipos de pessoas, é melhor fazer parte de um mercado de “Prostituição musical absoluta” como declarou a dupla Victor & Leo em 26 de julho ao portal IG, do que simplesmente se pronunciar ao mundo que nossa classe tem força e só com organização e associação, podemos mudar no mínimo, o tratamento que nos é dado para a conivência de todos.


Para mais informações: (33) 8831-1556


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

COLUNDRIA MUSICAL 2012...


Caro leitor! O carnaval se aproxima e com ela a farra do dinheiro público trará tranqüilidade aos que gerencia a verba que no primeiro momento seria para aliviar e/ou enganar o povo de maneira divertida, mas muito rentável para, empresários, políticos, agentes culturais, músicos, “carnavalescos” de profissão e seus blocos nascidos entre janeiro e fevereiro de todo santo ano. Este ano, um fato me chamou a atenção de forma preocupante, já não bastasse às bandas que nascem no período pré-carnaval, tirando a renda extra dos músicos que para nós, substitui o 13° salário, haja visto que nós não temos esse privilégio pelo simples fato dos mais ignorantes acharem que musica não é trabalho, o carnaval 2012 será invadido pelas bandas que em uma situação anormal, estão migrando de uma região à outra por conta do desastre natural que afetou mais de 2,8 milhões de pessoas e cerca de 182 cidades mineiras em decorrência das fortes chuvas que deixou mais de 28 mil pessoas desabrigadas em todo o estado segundo site R7 de 11 de janeiro de 2012.
As bandas que certamente tocariam nessas cidades, estão mudando para regiões que não sofreram, ou não tiveram riscos à população com preços quase que 30% menor que de costume, tirando o pão de cada dia de grupos musicais sérios e que ao longo de todo o ano trabalham ininterruptamente e vem esperando esta data para poder dar um conforto a mais as suas famílias, e fazendo com que empresários e outros acima citados, tenham ganhos maiores, sem escrúpulos, e gozando de tal situação como forma de deixar-nos sem amparo financeiro, psicológico e/ou emocional. Esses energúmenos protegidos pelo poder político e até mesmo judiciários que querem, e estão conseguindo, mobilizar toda uma cultura em nome do “jeitinho brasileiro”, para poder desqualificar a classe musical de maneira covarde, desvalorizando financeiramente o nosso trabalho. 
Portanto, deixo para que os senhores que fazem tudo isso acontecer ou deixar de acontecer, pois essas coisas só acontecem porque vocês, operários do “Lar sagrado dos músicos”, permitem que isso aconteça, saibam que esses aproveitadores só agem por falta da nossa união e da conformidade em que é nos colocado ao longo desses anos todos, tirando o que é nosso de direito, para beneficiar essa colundria que a cada dia vem desvalorizando nosso tão ardiloso trabalho, mas que nos mantém vivos, honrados e gratificados a pesar de tão humilhante situação que nos colocam anos a pós ano...

Para mais informações: (33) 8831-1556    

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dia do Músico!

Parabéns a vc músico que trabalha com dignidade, caráter e seriedade...



sábado, 1 de outubro de 2011

Retratação de: Narciso ficaria chateado...

Meus amigos, venho por meio deste me retratar sobre a postagem publicada ontem. Gostaria de pedir desculpe as pessoas que se sentiram ofendidos e chateados como o um verdadeiro Narciso.
Minha intenção era única e exclusivamente de falar de ex atiradores e nacidos em bares disfarçado de músicos, minhas sinceras desculpas a você, que de alguma maneira, misturou amizade e admiração por ofensa e reclamação.
Reclamação essa, de maneira inteligente e perspicaz, como é de praxe de pessoas bem intencionadas...
Minhas sinceras desculpas!!!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Artista Brasil: Selma Reis

Amigos! Devo falar dessa que na minha humilde opinião é uma das mais versáteis artista do nosso tempo. Seus 12 discos gravados, não reflete o talento, a força de interpretação dessa mulher assídua de arte e desenvolvimento em palcos, novelas, teatros e na vida, pois artista de verdade não se envolve em polêmicas desagradáveis relações bigmaniosas. Vivemos em um mundo completamente fora dos padrões de reconhecimento da arte, onde um rostinho bonito como atores de “Malhação” e BBB´s, onde no mês seguinte não se sabe mais quem foi aquele que estava em frente a sua TV.
Essa mulher é vítima de uma rede mafiosa de televisão, onde esse mesmos rostos bonitos tendem a se relacionar com “diretores”, “produtores” e aproveitadores de momentos para poder aparecer e quem sabe chegar a alguns minutos em um programa de domingo à tarde em quadros que conta a suposta historia dessas pessoas que não representa nada para a cultura brasileira...
O CD “POETA DA VOZ”, diz em plena pureza da concepção musical, como se faz arte na verdadeira essência da palavra. Sorte de Beth Carvalho, Diogo Nogueira e Paulo Sérgio Pinheiro que participam dessa mágica musical boa para os ouvidos que ela mesma na Concepção e Direção Musical e acompanhado dos arranjadores: Paulo Malaguti, Cristóvão Bastos, Fernando Carvalho e Vitor Biglione nos deram esse presente. Me sinto orgulhoso de ser brasileiro para poder gritar para o mundo inteiro que no meu país existe uma artista que representa todo um continente cheio de ritmos, mas com tão pouco talento... Senhoras e Senhores... Selma Reis!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tentando explicar o inesplicável...

“A dor da solidão é uma ferida profundamente perturbadora”, afirma o pesquisador John Cacioppo, professor de psicologia da Universidade de Chicago e um dos mais renomados pesquisadores sobre solidão dos Estados Unidos. A afirmação consta no livro Solidão, recém lançado pela Editora Record, que traz um amplo estudo sobre um ‘estado’ que causa temor em muita gente: ‘o sentir-se sozinho’. “A solidão remete à angústia da separação e faz parte do ser humano temer o desamparo”, comenta a psicóloga do Hospital Samaritano de São Paulo, Luana Viscardi.

Segundo o livro, o isolamento social tem um impacto na saúde comparável ao efeito da pressão sanguínea alta, da falta de exercícios, da obesidade e do cigarro. O estudo que deu origem ao livro utilizou exames de ressonância magnética para estudar as conexões entre isolamento social e atividade cerebral. E o resultado é que, em pessoas mais sociáveis, uma região do cérebro conhecida como estriato ventral ficou muito mais ativa quando elas observavam imagens de pessoas em situações agradáveis. O mesmo não ocorreu nos cérebros de pessoas solitárias. Vale destacar que o estriato ventral é uma região importante para o cérebro, em especial para o aprendizado, ativada por estímulos que os especialistas chamam de recompensas primárias (como a comida) e recompensas secundárias (como o dinheiro). A convivência social e o amor também podem ativar a região.

A dor da solidão é psíquica
Exagero? Que nada! Para Margareth dos Reis, Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e psicóloga do Instituto H. Ellis, de São Paulo, a sensação de vazio provocada pela solidão pode desenvolver sintomas sérios. “Depressão, compulsão por comida e alcoolismo podem entrar nessa lista”, confirma Margareth. Já Luana explica que a dor da solidão não é física, e sim psíquica. “Mas, ao se sentir sozinha, a pessoa pode ser levada à angústia e daí ter reações físicas como tontura, sudorese e coração acelerado”, completa.

No entanto, cada vez mais a conectividade está sob risco. “Há uma enorme oferta de atividades, porém existe uma superficialidade nos relacionamentos”, alerta Margareth. Para ela, quem vive nas grandes metrópoles sofre ainda mais com isso. “As pessoas não conseguem se identificar com as outras, estão sempre reclamando de falta de tempo, vivem na correria e usam isso para justificar a dificuldade de interagir”, acrescenta a psicóloga. Além disso, segundo ela, existem as redes sociais na Internet que conquistam cada vez mais seguidores e, muitas vezes, criam uma ilusão. “Há pessoas que têm uma rede de contato extensa, mas não têm intimidade com ninguém. Se quiser uma companhia para ir ao cinema, por exemplo, não consegue contar com alguém desta lista virtual”, condena Margareth.

Em contrapartida, Luana defende que não dá apenas para enxergar os contatos virtuais de forma negativa. “Tudo depende da forma como cada um utiliza essa ferramenta. Enquanto alguns se fecham neste mundo ilusório, outros usam isso para ampliar trocas e reencontrar verdadeiras amizades.” A superficialidade também está fora do virtual. “Nas grandes cidades, por exemplo, estão todos centrados no trabalho e, após o expediente, nem sempre ocorre esta troca”,

Mais informações: (33) 8831-1556

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nas profundezas do mar sem fim...


                      
           Amigo leitor! Venho através deste, pedir humildemente desculpas por essa postagem extremamente particular.
Gostaria de expressar minha opinião no que está acontecendo na cidade em que tenho residência, que pode ser confundido com uma outra, (eu duvido muito), mas não posso  deixar de manifestar a minha indignação em ver nossa classe se deteriorando cada vez mais com essa geração de “músicos”, que a cada dia vem se comportando de maneira hostil, mal educada e despreparada para exercer o grande presente dado por nosso senhor Jesus Cristo, para ser executado no palco, que para mim nada mais é “ o lar sagrado dos músicos”.
           Estamos vivendo uma crise de identidade, com essas músicas da moda e suas bandas com indivíduos de roupas coloridas e cabelos cada vez mais esquisitos... Aqui em Caratinga, a escassez de profissionais da noite, está dando espaço para esses “moleques” musicais que firmam compromisso com todos os artistas e sempre deixam os cantores, produtores, donos de bandas e artista em geral, na mão sem um mínimo de consideração em informar para o seu contratado, que vai deixar de fazer o “serviço”. Esses (profissionais) estão esquecendo que vivemos uma de intensa tecnologia e facilitação de créditos em todos os níveis de equipamentos musicais, eles não sabem ou fazem de conta que não entendem que quem corre a traz de shows, barzinhos e festas em geral, tem um compromisso muito mais sério do que simplesmente um idiota que gasta algumas horas, “e para o pessoal da minha geração era minutos”, para tirar uma musica, ensaiar e tocar achando que sabe muito e nós sabemos que esses malandros, mau caráter musical, não toca nada, se comparado a galera dos anos 80 e 90, que nesse tempo, quando tinha informação não tinha grana pra bancar uma vídeo-aula ou algo parecido e hoje, internet, revista, CD, DVD e o próprio show em se já é um aprendizado, que não é aproveitado por essas prostitutas musicais (me desculpem as profissionais do sexo, pois elas assumem que fazem por dinheiro para atender as necessidades dos seus pares). Não tiro a culpa dos contratantes que insistem em economizar e acaba contratando esses “Heinrich Luitpold Himmler” de 5ª categoria.
             Portanto, garotos, não envergonhem esta cidade de tantas histórias artísticas e tão respeitada em todo o Brasil, como nosso baluarte remanescente que tanto divulga essa cidade de ingratos musicais e políticos, o Sr. Agnaldo Timóteo, o escritor Sílvio Abreu e o eterno cartunista e nem tanto divulgador assim, Ziraldo entre tantos outros. É hora de mudar e aceitar a nova tendência do mercado que é a fusão de experiência e tecnologia para tirar de uma vez por todas, esses facínoras musicais...


                                                                                                Para mais informações ligue: (33) 9105-1626