quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Comentário a Comissão de Enfrentamento ao Crack do Sr. Vanderlei Almeida

Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda. A Comissão de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, nada mais é que um confronto a ética e bons costumes ao povo mineiro e a qualquer cidadão no território nacional, me sinto extremamente ferido e lamentado pelo que se tornou essa que é um difame, perante a capacidade intelectual a qualquer pessoa de bom senso, embora, bom senso se extraviou quando os seus iguais determinaram que uma pessoa de cabelos claro e olhos azuis se auto determinado negro, para ter direito a uma vaga em uma instituição de ensino público, tirando daquele que por esforço incansável e de intelectualidade perfeita, a única riqueza que determinado pela constituição brasileira, através de muita luta, dor, e perdas que nosso antepassados conseguiram.
Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda, embora acredite na recuperação de alguns e assim como tal consentimento, essa discussão deveria nos dar a certeza de que devemos viver em um estado de moral, aprendizado e segurança, sem nos dar essa indefesa que o serviço público que já desmoralizado pelo mito da preguiça e incompetência, seja motivo de chacota e acima de tudo ter o convívio de um ser humano amparado e motivado pelo estado para o doce deleite de seu vicio e nos tornando iguais, com o aval daqueles que deveriam lutar para salvar nossas crianças e alimentar aqueles que mal tiveram a oportunidade para viver de maneira honesta e honrada, para buscar um desvio de atenção e a prova de sua falta comprovada de sensibilidade humana.
Contudo, embora ciente da necessidade de amparar de forma clínica aqueles que realmente desejam se livrar desse câncer e os verdadeiros hospedeiros dessa terrível doença vivem em total desamparo do poder público, pois esses estão mais preocupados em adquirir um novo lote de eleitores, pois é provado que aqueles que viviam no coronelismo, já é hoje uma porcentagem significativa do regionalismo presunçoso e derivado da ignorância e da incapacidade de reação.

Termino minha indignação com algumas palavras de uma poetiza nos meus tempos de adolescência que diz: (Um dia um homem veio e disse: pronto, perdi a esperança e Deus veio e disse: pronto, perdi o homem).