terça-feira, 4 de dezembro de 2012

DESCONSTRUINDO A NAVALHA DE OCCAM




Amigos e leitores! Mais um ano se foi, e com ele a alegação de que nada mudou em nosso meio às vezes tão ignorado e massacrado pela inércia de alguns, intolerância de outros e falta de credibilidade de muitos, embora sejamos ambientados por uma avalanche de reivindicações e promessas e mais certo, falsas promessas de uma utopia que possamos mudar o procedimento e inversão de valores com uma falta de sensibilidade particular para a grande maioria e de poucas responsabilidades de exercer essa benção que é a música de maneira que fica claro que o pior está por vir.
Quando cheguei a esta terra, havia uma leitura rudimentar de alguns músicos com relação a o trabalho do outro, mas isso era como uma competição de potenciais e valores de uma musica pouco aproveitada para a época, embora ficamos a mercê de membros de uma “quase” seita de um povo de coração amargurado e sangrado por uns míseros centavos de reais, (uma pena).
O fato é que chegamos a um trampolim histórico de aceitação e revolta, revolta para poucos, pois, ao contrário o que pensam alguns, música também é trabalho e como tal, devemos tratá-lo com o devido respeito, embora alguns insistem em se prostituir de maneira miserável e desleal para quem trabalha com honestidade e honradez. Para você, “projeto de Naná” com todo respeito ao romancista francês Émile Zola, fica a dica: continue se vendendo por valores de dá inveja a um catador de lixo, que vive dessa maneira por falta de opção social, desperdice o grande dom que nosso “Pai todo poderoso” te presenteou e jogue fora sua honra através de notas musicais por bares e botequins da sua miserável carreira.
E pra você que luta, trabalha, honra sua família e nos presenteia com sua musica sincera, falo-lhes: "Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenômeno, a mais simples é a melhor" e tenho dito!!!

Mais informações: (33) 8831-1556