quarta-feira, 16 de setembro de 2020

O CEMITÉRIO SEM CORPOS


 

Caro amigo leitor!

Depois de meses afastados em razão da proliferação dos anais mentecaptos figurantes musicais, eis minha luta para xerocar a vaidade insana e irresponsável, que ronda todos os quadriláteros harmônicos musicais.

            Embora estejamos passando em um dos piores momentos da história da humanidade, assim como “A Grande Depressão de 29”, que teve início em outubro de 1929, que assolou o mundo e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a segunda guerra mundial, obrigando o Brasil a acelerar o processo de industrialização, pois não conseguimos mais vender o café paras outros países, estamos em uma nova chantagem vinda dos tiranos capitalistas imbecis lavrados, assinados e registrados em cartórios, paramentado  no nome de “dono de banda”, que nem sequer sabe trilhar caminhos que a ele aqui chegou, saem agora em defesa do novo mercado surgido e sugerido em prol da pandemia, as chamadas “lives solidárias”, embora o nome seja de cunho quase que uma ajuda humanitária, não existe prestação de contas, e quando isso acontece, não se prova com documentos, feito com equipamentos de alta qualidade, resoluções cada vez mais nítidas, profissionais mais e mais capacitados, o “musico”, sim, esse mesmo, o único profissional com também equipamentos caros, cintilantes e de igual valor para o resto do mundo. Esse que também durante todo o isolamento bobavam em redes sociais, fotos e vídeos das mais variadas bebidas, comidas e localidades que o simples mortal faria em decorrência de férias para confraternizar com o ano /ou um ano de trabalho duro para o enfim descanso merecido, hoje alvo do pedido desse energúmeno réptil traiçoeiro, que usa nome de entidades muitas das vezes esquecidas pelo poder público, para reduzir em até 50% do valor já desatualizado do cachê que seria para muitos, sua única fonte de renda.

            Esse novo mercado agora é uma nota desafinada e sem contextualização rítmica devidamente ajeitada, está sendo ridicularizada com a vaidade desses parasitas que tendem a transformar nosso corpo em vermes degradantes para o bel prazer em simplesmente participar com a promessa de ajudar os menos favorecidos, assim como o título dessa minha opinião que aqui escrevo e como o anjo caído de suas crenças vaidosas e alucinadas opiniões musicais, nessa cidade bucólica, campesina e rural, impera esse ser aspirante a inútil e de capacidade intelectual degradante.

            Sendo assim, reforço a necessidade de fazermos esse novo movimento de trabalho no chamado “novo normal”, salientar que, se todos abrir mão dos recursos, seja financeiro; técnico; ideológico; religioso; sagaz e vaidoso, possamos enfim ajudar sim, mas com respeito a esses profissionais que em nenhuma outra época da história musical passou por prejuízos como 2020, pois só o musico tem o pedido de baixar e/ou faze-lo de graça em prol de um cantor, banda ou quem quer que seja, possa assim ser gravado nas plataformas digitais como um prêmio a ser conquistado para enfim dizer:

“Eu fiz, eu tenho”...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O MENTECAPTO IDEOLÓGICO MUSICAL!

         Caro leitor! Depois de uma pausa intencional ao longo desse ano, venho por meio deste, deseja-lhes um ano melhor do que tem sido esse para todos os Srs. “Músicos” que pensam em música e o que fazer com ela, embora, nossa realidade tem sido completamente diferente, principalmente depois da descentralização do comando para os seus comandados.
No final da década de 1980 e início dos anos de 1990, a respeitabilidade em seguir a hierarquia, era de comum acordo com o mercado cada vez mais voltado para o talento, compromisso e comprometimento, alguns de seus melhores intermediadores, dividia seus deveres e interesses de acordo com as vontades de comando e comandados, embora, ficamos a mercês de tal ditadura, tudo se saia conforme o planeja e o mercado pagava por isso.
Com a marginalização “cachê”, cada vez mais vemos essas “prostitutas musicais” (com todo o devido respeito à essa profissão milenar), usar o seu caráter profissional disfarçado de arte para benefício próprio com a simples ideia de colocar essa respectiva agenda em redes sociais, fazendo uma alusão de boa remuneração ao final da turnê semanal.
Mas porem, contudo, no entanto, é dever da parte seria desses artistas que provem de luta, trabalho e seriedade com a música, que devemos brigar com esses energúmenos irracionais para a grande conquista da nossa classe que é a valorização dos nossos honorários fadados em um estandarte do dever cumprido!!!


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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O CLUBE SECRETO DOS ESTRAGADOS



Amigo leitor!
    Com chegada do carnaval, começa o grande aparato dos “zafimeiros musicais” que insistem em querer empurrar goela a baixo seu conceito de trabalho temporário. Ao longo de todo o ano se esticando aqui e ali em bares e festas particulares em garagens, pequenos clubes e nos terraços da vida.
    Com todo o respeito que tenho quando se diz trabalho, esses “baluartes” (e aqui não estou para criticar o som de pessoa nenhuma), deveria se arriscar vez em quando em dividir com aquele que o admira, um evento ou outro, pra não chegar a esse oportunismo de tirar o sustento daqueles que ao longo do ano procura concretizar seu trabalho de forma difícil e exaustivo, mas com a força e destreza de saber que ao final se tem a sensação do dever cumprido, com dificuldades de manter seus “CNPJ’s” e manutenção de equipamentos tão difíceis de adquirir.
    Sabendo que todos merecem um lugar ao sol, estou na mais pura consciência de que é chegada a hora de nos mobilizarmos e tentarmos uma nova era na criação, formação e qualificação de bandas, duplas, grupos, trios e etc... Criticar a voz, a técnica, o acorde, o desempenho e/ou outros é muito fácil, focar no trabalho, com atenção, carinho, responsabilidade e na ação reflexiva. Com isso termino um trecho de uma musica do Gonzaguinha (ou seria um poema?) “Sementes do Amanhã”
Fé na vida fé no homem, fé no que virá!
Nós podemos tudo, nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será... 

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A BALBURDIA MUSICAL E SEUS INTERESSES!!!



Voltei caro amigo eleitor!
      Contei meu ano musical e descobrir que terei menos tempo para viver daqui pra frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Inquieto-me com esses "músicos" tentando destruir quem eles admiram ou fingem a admirar, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
      Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis (hoje corriqueiros em tempos de "arrocha")... Já não tenho tempo para administrar melindres de músicos, que apesar da idade cronológica, são imaturas. Detesto fazer acareação de desafeto, esses "músicos" não debatem conteúdo, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulo, quero essência, minha alma tem pressa...
      Quero viver ao lado de gente humana, musico humano; que sabe rir de seus tropeços, não se encantar com esse ilusório triunfo de acha que é bom, ou muito bom, não se considerar o melhor antes da hora, pois ele é destaque e nascido como um líder se mostra aos olhos de quem os endereça, não foge de sua musicalidade responsável para a sua mortalidade, pois, " se sou músico logo existo".
Caminhar perto de músicos e pessoas de verdade, o essencial faz a vida valer a parceria, não essa que você se dedica para todos os momentos e quando é chegada a hora da recompensa te acusa de destabilizar o ambiente porque você cobra o que é de direito e eles pensam que isso não é o essencial e para mim, basta o essencial.


Mais informações: (33) 9-8831-1556 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

MUSICAL "TEATRO DE DEDOCHE"

Amigo leitor! Nas festividades de fim de ano nosso mundo se enche de pessoas que acham que podendo destruir certos sonhos que Deus nos presenteou, possam passar em branco sem punição. Certos canalhas que comandam e dirigem bandas, duplas e musicais, formam praticamente um cartel manipulando nossos colegas a cometer e/ou infringir e até atrapalhar nosso suado e (quase sempre difícil) cachê nosso de cada dia. Esse pilantra acha que atrapalhando um único final de semana irá acabar com uma carreira toda programada e planejada que nos faz seguir levando musica e entretenimento a nosso povo tão sofrido.
Embora sejamos desajuizados na relação musico/dono de banda, o ser humano que merece respeito ao longo de toda uma vida, não pode mais se calar diante de tamanha falta de caráter e profissionalismo, seguiremos rumo ao inesperado encorajamento das atitudes implantadas de forma irresponsável e sofrida contra esses canalhas que acham que tem entre os dedos, bonecos moldados para tocar um instrumento e seguir as orientações banais do dia a dia como fantoches de meia categoria.
Portanto, sejamos práticos, o novo mundo chegou e nós devemos deixar de acha que ainda estamos no século passado, nossas negociatas para um fim de semana deve acabar rápido e com ela o fim da hegemonia do incansável colosso das ruínas artísticas, que nada mais é um “Nero” em seu minuto de consciência...  
Bom natal a todos!

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Comentário a Comissão de Enfrentamento ao Crack do Sr. Vanderlei Almeida

Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda. A Comissão de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, nada mais é que um confronto a ética e bons costumes ao povo mineiro e a qualquer cidadão no território nacional, me sinto extremamente ferido e lamentado pelo que se tornou essa que é um difame, perante a capacidade intelectual a qualquer pessoa de bom senso, embora, bom senso se extraviou quando os seus iguais determinaram que uma pessoa de cabelos claro e olhos azuis se auto determinado negro, para ter direito a uma vaga em uma instituição de ensino público, tirando daquele que por esforço incansável e de intelectualidade perfeita, a única riqueza que determinado pela constituição brasileira, através de muita luta, dor, e perdas que nosso antepassados conseguiram.
Sr. Dep. Vanderlei Andrade de Miranda, embora acredite na recuperação de alguns e assim como tal consentimento, essa discussão deveria nos dar a certeza de que devemos viver em um estado de moral, aprendizado e segurança, sem nos dar essa indefesa que o serviço público que já desmoralizado pelo mito da preguiça e incompetência, seja motivo de chacota e acima de tudo ter o convívio de um ser humano amparado e motivado pelo estado para o doce deleite de seu vicio e nos tornando iguais, com o aval daqueles que deveriam lutar para salvar nossas crianças e alimentar aqueles que mal tiveram a oportunidade para viver de maneira honesta e honrada, para buscar um desvio de atenção e a prova de sua falta comprovada de sensibilidade humana.
Contudo, embora ciente da necessidade de amparar de forma clínica aqueles que realmente desejam se livrar desse câncer e os verdadeiros hospedeiros dessa terrível doença vivem em total desamparo do poder público, pois esses estão mais preocupados em adquirir um novo lote de eleitores, pois é provado que aqueles que viviam no coronelismo, já é hoje uma porcentagem significativa do regionalismo presunçoso e derivado da ignorância e da incapacidade de reação.

Termino minha indignação com algumas palavras de uma poetiza nos meus tempos de adolescência que diz: (Um dia um homem veio e disse: pronto, perdi a esperança e Deus veio e disse: pronto, perdi o homem). 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

DESCONSTRUINDO A NAVALHA DE OCCAM




Amigos e leitores! Mais um ano se foi, e com ele a alegação de que nada mudou em nosso meio às vezes tão ignorado e massacrado pela inércia de alguns, intolerância de outros e falta de credibilidade de muitos, embora sejamos ambientados por uma avalanche de reivindicações e promessas e mais certo, falsas promessas de uma utopia que possamos mudar o procedimento e inversão de valores com uma falta de sensibilidade particular para a grande maioria e de poucas responsabilidades de exercer essa benção que é a música de maneira que fica claro que o pior está por vir.
Quando cheguei a esta terra, havia uma leitura rudimentar de alguns músicos com relação a o trabalho do outro, mas isso era como uma competição de potenciais e valores de uma musica pouco aproveitada para a época, embora ficamos a mercê de membros de uma “quase” seita de um povo de coração amargurado e sangrado por uns míseros centavos de reais, (uma pena).
O fato é que chegamos a um trampolim histórico de aceitação e revolta, revolta para poucos, pois, ao contrário o que pensam alguns, música também é trabalho e como tal, devemos tratá-lo com o devido respeito, embora alguns insistem em se prostituir de maneira miserável e desleal para quem trabalha com honestidade e honradez. Para você, “projeto de Naná” com todo respeito ao romancista francês Émile Zola, fica a dica: continue se vendendo por valores de dá inveja a um catador de lixo, que vive dessa maneira por falta de opção social, desperdice o grande dom que nosso “Pai todo poderoso” te presenteou e jogue fora sua honra através de notas musicais por bares e botequins da sua miserável carreira.
E pra você que luta, trabalha, honra sua família e nos presenteia com sua musica sincera, falo-lhes: "Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenômeno, a mais simples é a melhor" e tenho dito!!!

Mais informações: (33) 8831-1556